Natália Pimenta, a revolucionária sinhazinha

É minha gente, a filha do Rui não tá nem aí pros militantes do partido do pai.

Esses militantes que a sinhazinha quer expulsar da comuna (moradia coletiva dos militantes) dão o sangue pra essa birosca de partido que é o PCO.

Pra sinhazinha a única coisa que importa é se a sua princesa estuda na escola mais cara de SP.

O diálogo a seguir se dá entre os dois herdeiros da causa operária: Natália Pudim Filha do Rui e João Incapaz Digital Filho do Rui.  

Pelo diálogo percebe-se o joguinho clássico do trabalho escravo. Se eu fosse da família de um desses ameaçado de despejo metia um processo bruto na justiça do trabalho. Aposto que, assim como em casos similares de abuso, estimularia muita gente que passou por esse inferno a fazer o mesmo.

3 comentários em “Natália Pimenta, a revolucionária sinhazinha”

  1. Partido que censura os outros

    Eles vivem sob escravidão. Geralmente são jovens que saem de suas cidades pra “militar”, só que na verdade é trabalho, e trabalho análogo ao escravo. Eles moram em uma casa do Rui, não recebem salário, mas um dinheiro que depende do quanto eles conseguem arrecadar com venda de jornal e outras quinquilharias. O alojamento poderia ser de graça, mas, assim como nos latifúndios, mesmo assim os militantes têm que pagar aluguel.

    Ainda por cima, são obrigados a pagar pela comida também. Ex-militantes que moraram na comuna contam que passaram fome porque não tinham como pagar pelas refeições.

    Entre as “atividades de militância”, está cuidar das crianças da família (no passado eram os filhos do Rui, agora são os netos), capinar o quintal do Rui, levar cafezinho, fazer tudo dentro do partido e tomar esporro. Tem essa também: assédio moral, além de agressões físicas.

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